Conitec recebe contribuições sobre o uso da vutrisirana para adultos com polineuropatia em estágio II.
A consulta pública sobre a possível oferta de vutrisirana no SUS para pessoas com amiloidose hereditária por transtirretina recebe contribuições até 26 de outubro de 2026. A proposta em análise pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no Sistema Único de Saúde (Conitec) é voltada a adultos com polineuropatia em estágio II.
A Consulta Pública nº 103/2026 permite que pacientes, familiares, profissionais de saúde e outras pessoas interessadas apresentem informações e experiências antes da decisão sobre a incorporação do medicamento. A abertura da consulta não significa que a vutrisirana já tenha sido incorporada ao SUS.
O que é amiloidose hereditária por transtirretina
A amiloidose hereditária mediada por transtirretina, chamada hATTR, é uma doença genética rara e progressiva em que proteínas se acumulam nos tecidos. Segundo a reportagem da Saúde, esse acúmulo pode comprometer os nervos periféricos e afetar órgãos como o coração e partes do sistema digestivo.
Quais são os sintomas da amiloidose hereditária
Os sintomas da hATTR variam de uma pessoa para outra, assim como a evolução da doença, de acordo com a Saúde. A reportagem não apresenta uma lista de sintomas específicos da forma hereditária, mas aponta que o diagnóstico e o acompanhamento especializado são necessários ao longo da vida.
Qual tratamento está em análise no SUS
A Conitec avalia a incorporação da vutrisirana sódica para adultos com hATTR e polineuropatia em estágio II. O medicamento reduz a produção de transtirretina, proteína relacionada ao desenvolvimento da doença. A proposta trata desse grupo de pacientes, não de todas as formas de amiloidose.
Como participar da consulta pública
A participação é feita pelo formulário oficial da Consulta Pública nº 103/2026, com acesso por uma conta gov.br. Após entrar na conta, a pessoa deve preencher o formulário para registrar sua contribuição até 26 de outubro de 2026. Segundo a Saúde, os relatos podem levar à análise da Conitec a experiência de quem convive com a doença, além das evidências científicas.

