Cabotegravir é aplicado a cada dois meses e deve ser disponibilizado no SUS.
Um estudo da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) aponta maior adesão à PrEP injetável, usada para prevenir a infecção pelo HIV. Os resultados foram noticiados em 25 de setembro de 2026. O material divulgado não informa onde a pesquisa foi realizada nem quem participou dela.
O medicamento estudado é o cabotegravir, uma forma de profilaxia pré-exposição (PrEP) aplicada a cada dois meses. Segundo as notícias sobre o estudo, ele ofereceu maior cobertura de proteção ao público-alvo e foi associado a menor exposição ao HIV.
O que os resultados mostram
Uma das fontes também relata menor incidência de HIV entre os resultados da pesquisa. As informações disponíveis, porém, não trazem números, não identificam o grupo usado na comparação e não detalham como a adesão foi medida.
Situação no SUS
De acordo com o material divulgado, o cabotegravir deve ser disponibilizado no SUS. Não foi informada uma data para o início da oferta, nem foram apresentados critérios de acesso ao medicamento.
Com informações de jornaldebrasilia.com.br, jornaldocomercio.com.
Foto de capa: Donatas Dabravolskas/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

