Imunizante está disponível gratuitamente pelo SUS; crianças recebem doses de rotina aos 12 e 15 meses.
A Prefeitura de Jundiaí reforçou nesta quarta-feira (24) que a vacinação é a principal forma de prevenir o sarampo, doença infecciosa de alta transmissão que pode trazer complicações graves, sobretudo para crianças. A vacina integra o Calendário Nacional de Vacinação e é oferecida gratuitamente nas unidades de saúde do SUS.
Segundo a administração municipal, famílias devem verificar o histórico vacinal das crianças e procurar uma unidade básica de saúde ou clínica da família quando houver doses pendentes ou falta de comprovação de vacinação. A equipe deve avaliar o registro e indicar as aplicações necessárias.
Esquema previsto para crianças
De acordo com as orientações divulgadas pela prefeitura, a vacinação de rotina começa aos 12 meses, com a primeira dose da tríplice viral, que protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Aos 15 meses, é indicada a segunda dose, que pode ser aplicada com a vacina tetraviral — também voltada à varicela — ou conforme a disponibilidade e a orientação do serviço de saúde.
Esquema informado pela Prefeitura de Jundiaí.
- 6 meses a 11 meses e 29 diasDose zeroSomente em situações definidas
- 12 meses1ª doseTríplice viral
- 15 meses2ª doseTetraviral ou orientação do serviço

Em situações de risco epidemiológico, bloqueio vacinal ou estratégias definidas pelas autoridades de saúde, crianças de 6 meses a 11 meses e 29 dias podem receber a chamada dose zero da tríplice viral. Essa aplicação não substitui as doses previstas no calendário regular.
A prefeitura informou que, neste momento, Jundiaí não realiza vacinação de rotina contra o sarampo aos 6 meses. Nessa faixa etária, a aplicação ocorre somente quando houver indicação e estratégia estabelecida pela autoridade de saúde, de acordo com o cenário epidemiológico.
Orientação para quem não completou as doses
Pessoas que não foram vacinadas ou não concluíram o esquema devem iniciar ou completar duas doses da tríplice viral, respeitando o intervalo mínimo recomendado entre elas, segundo o Programa Nacional de Imunizações (PNI). A prefeitura também informa que quem não tem comprovante de vacinação deve receber uma dose e ser orientado pela equipe de saúde sobre o histórico vacinal.
Para atendimento, a orientação é levar o Cartão de Vacinação ou documento original com foto e CPF. Mesmo sem o cartão, a pessoa pode procurar a unidade para receber orientação.
Como a vacina protege a comunidade
A prefeitura destaca que a maior cobertura vacinal reduz a circulação do vírus e o risco de novos casos e surtos. A proteção coletiva também beneficia pessoas que não podem receber determinadas vacinas, como bebês, gestantes e outros grupos com restrições à vacinação.
O Ministério da Saúde, conforme citado pela administração municipal, recomenda manter o calendário vacinal atualizado durante todo o ano. A verificação das doses deve ser feita nas unidades de saúde do município.
Com informações de jundiai.sp.gov.br.

