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Anvisa e Alertas

Anvisa proíbe venda de produtos de cannabis divulgados pela CBD Medicina Natural

Anvisa proibiu a venda de produtos de cannabis divulgados pela CBD Medicina Natural, segundo reportagem.

Lucas GodoyPorLucas Godoy 2 min de leitura
Anvisa proíbe venda de produtos de cannabis divulgados pela CBD Medicina Natural
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Segundo reportagem, itens não tinham registro nem autorização sanitária da agência.

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A Anvisa proibiu a comercialização de produtos de cannabis divulgados pela CBD Medicina Natural, segundo reportagem publicada em 21 de setembro. A medida foi tomada porque os itens seriam fabricados por empresa não identificada e não teriam registro ou autorização sanitária junto à agência.

A restrição se aplica aos produtos anunciados por esse canal e não representa uma proibição geral de medicamentos à base de cannabis. Produtos que estejam devidamente registrados ou autorizados pela Anvisa continuam permitidos, de acordo com a reportagem.

Motivos da proibição

A agência exige controles de qualidade, segurança e eficácia para a comercialização de substâncias medicinais, conforme informado pela publicação. Sem esses requisitos, os produtos não podem ser vendidos segundo as normas sanitárias citadas na reportagem.

O caso integra ações de fiscalização sobre itens oferecidos no mercado digital sem respaldo técnico. Em maio de 2026, a Anvisa também proibiu o Humora Cheers e, na semana seguinte, as linhas Allandiol Forte Black 1:1 e Allandiol Full Spectrum 300 mg, comercializadas pelo Instituto Alma Viva.

Regras para produtos de cannabis

Segundo a fonte, a Anvisa adotou em fevereiro de 2026 a RDC 1.015/2026, que atualizou regras estabelecidas em 2019. A norma ampliou as formas de administração autorizadas para esses produtos.

A reportagem afirma que pacientes com fibromialgia e lúpus passaram a ter mais clareza sobre o acesso a tratamentos com THC. A atualização também buscou reduzir a dependência exclusiva de importações e ampliar as opções terapêuticas no mercado interno, mantendo exigências para fabricação, distribuição e venda.

Vias previstas na nova norma

A RDC citada pela reportagem passou a permitir administração por quatro vias. A fiscalização, segundo a fonte, continua voltada a impedir que produtos sem procedência garantida cheguem aos consumidores.

InfográficoVias de administração previstas
  • AutorizadaVia dermatológica
  • AutorizadaVia sublingual
  • AutorizadaVia bucal
  • AutorizadaVia inalatória
Fonte: imprensa24h.com.brSaúde em Família

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