Roche identificou características diferentes das originais em tiras de dois anúncios; relatos sobre o motivo da medida divergem.
A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) proibiu a venda de produtos Accu-Chek Active anunciados na Amazon, segundo relatos publicados em 23 de outubro de 2026. O Guia da Farmácia informa que a medida envolve tiras de glicemia identificadas como falsificadas em dois anúncios da plataforma.
A Roche Diabetes Care Brasil Ltda., responsável pelo produto, encontrou tiras com características diferentes das originais, de acordo com o Guia da Farmácia. Já a Revista Oeste atribui a decisão a falhas de desempenho que poderiam afetar a precisão das medições de glicose. As fontes, portanto, não apresentam a mesma explicação para a proibição.
Quais tiras Accu-Chek Active foram apontadas?
As tiras apontadas pela Roche estavam em dois anúncios na Amazon, segundo o Guia da Farmácia. A publicação identifica os anúncios pelos códigos B07MM6FK8H e B0FKZGV4H9; não informa que toda tira Accu-Chek Active à venda seja falsificada.
Como eram os produtos identificados?
Os itens identificados não tinham a embalagem externa original e exibiam a inscrição em inglês “ONLY FOR GOVERNMENT TENDER”, conforme o Guia da Farmácia. A publicação traduz a indicação como uma restrição à comercialização, destinada exclusivamente a licitações governamentais.
O que a proibição abrange?
Além da venda, os produtos identificados como falsificados não podem ser distribuídos, importados nem utilizados, segundo o Guia da Farmácia. A restrição relatada diz respeito aos itens apontados na notícia, não ao uso de todos os aparelhos ou tiras da linha Accu-Chek Active.
A precisão do teste de glicose pode ser afetada?
A Revista Oeste afirma que falhas de desempenho encontradas pela Anvisa poderiam comprometer a precisão das medições. O Guia da Farmácia, por sua vez, descreve a identificação de tiras falsificadas pela Roche, sem apresentar resultados de medições. O material disponível não permite afirmar quais leituras teriam sido afetadas.
Foto de capa: Marius Vassnes/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
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