Sandy Goldman reúne cinco eixos para repensar identidade, renda e propósito no envelhecimento.
O escritor Sandy Goldman propõe um novo roteiro de vida depois dos 65 anos em seu livro recém-lançado The New 65: Rewiring, not Retiring. A obra trata das mudanças na identidade, na rotina e nas relações quando o trabalho deixa de organizar os dias.
Apresentado pelo g1 em 27 de setembro de 2026, o livro nasceu da experiência de Goldman após a morte de sua mulher, Suzzi, por câncer. Ele tinha 65 anos e os dois estavam casados havia quase quatro décadas. A partir dessa perda, o autor passou a pensar em como reconstruir a própria vida.
A experiência por trás do livro
Goldman deixa claro, na introdução, que não é médico, planejador financeiro nem gerontólogo. Sua proposta parte da experiência pessoal e de perguntas sobre o que acontece quando a carreira ou uma relação deixam de ocupar o lugar que tinham na vida cotidiana.
A experiência do autor e a estrutura do livro apresentado pelo g1.
- 65 anosIdade do autorquando perdeu Suzzi
- quase quatro décadasTempo de casamento
- dez capítulosExtensão da obra
- cinco eixosPontos do roteiro
Ao longo de dez capítulos, ele aborda o risco de tratar a aposentadoria apenas como uma interrupção do trabalho. O livro também considera outras mudanças que podem vir nessa fase, como a necessidade de reorganizar os dias e encontrar formas diferentes de convívio.
Os cinco eixos da proposta
O roteiro apresentado por Goldman reúne cinco eixos. Eles não são orientações clínicas, mas temas que o autor sugere examinar ao planejar os anos seguintes:
- Identidade: buscar uma forma de se reconhecer além da profissão.
- Renda: pensar em possibilidades de ganhos e na preocupação com dinheiro.
- Estrutura: construir uma rotina para os dias sem os horários de antes.
- Propósito: encontrar outras maneiras de contribuir e dar sentido ao cotidiano.
- Conexão: formar vínculos fora dos antigos grupos de trabalho.
As perguntas do livro passam tanto por questões práticas, como renda e organização do tempo, quanto pela perda de vínculos. Para Goldman, repensar esses pontos faz parte da construção de uma nova etapa da vida.
Com informações de g1.

