Laura Raquel Jubanski perdeu uma gestação acompanhada pela filha, Anne, e voltou a engravidar.
Laura Raquel Jubanski está grávida após uma perda gestacional vivida ao lado da filha, Anne, de 13 anos. Em relato publicado pela revista Crescer em 20 de outubro de 2026, ela contou que estava com 15 semanas de gestação e que a família havia mantido os primeiros três meses da nova gravidez em sigilo.
A gravidez anterior havia sido confirmada em maio de 2025, depois de um ano de tentativas. Em 11 de junho de 2025, durante um exame acompanhado por Anne, Laura recebeu a notícia de que a gestação não havia evoluído. Após a perda, ela fez exames e decidiu tentar engravidar novamente.
O que é aborto espontâneo
Aborto espontâneo, também chamado de perda gestacional, é a morte natural de um embrião ou feto antes que ele possa sobreviver fora do útero, conforme a definição apresentada no material de referência. Um dos critérios usados considera as perdas ocorridas antes de 20 semanas de gestação.
Marcos relatados por Laura à revista Crescer.
- maio de 2025Teste positivoGravidez anterior
- 11 de junho de 2025Perda constatadaExame acompanhado pela filha
- 13 anosIdade de AnneIdade informada no relato
- 15 semanasNova gestaçãoTempo de gestação no relato
O sangramento vaginal, com ou sem dor, é o sintoma mais comum. O diagnóstico pode envolver ultrassonografia, exames de sangue e avaliação do colo do útero. No caso de Laura, foi durante um exame que o médico constatou que a gestação não havia evoluído.
É possível engravidar após um aborto espontâneo?
Sim. A experiência de Laura mostra que uma nova gravidez pode ocorrer após uma perda gestacional, mas seu relato não estabelece um prazo para voltar a tentar. A fonte não informa quando a gestação atual começou nem quanto tempo se passou entre a perda e a nova concepção.
Laura contou à Crescer que sentiu medo de tentar outra vez. Antes da nova gravidez, fez uma bateria de exames e cuidou da saúde; o relato não especifica quais exames foram realizados.
O que pode causar uma perda gestacional?
As causas variam, e o relato de Laura não aponta a causa da perda que ela sofreu. Segundo o material de referência, alterações cromossômicas estão envolvidas em cerca de metade dos casos de aborto espontâneo.
Entre os fatores de risco descritos estão idade parental avançada, perda gestacional anterior, exposição à fumaça do tabaco, obesidade, diabetes, problemas na tireoide e uso de drogas ou álcool. A presença de um fator de risco, porém, não permite concluir o que causou uma perda específica.
Como lidar com uma nova gravidez depois da perda?
Laura relatou que o medo de passar pela mesma experiência atingia também sua relação com Anne, que havia acompanhado a gestação anterior. Antes de tentar novamente, perguntou à filha se ela gostaria de saber de uma futura gravidez desde o começo ou apenas mais tarde. Anne respondeu que queria saber desde o início.
Na nova gestação, a família optou por não divulgá-la nos primeiros três meses. Laura também contou que procurou atendimento após um sangramento em agosto; segundo seu relato, o exame mostrou atividade cardíaca do bebê. O material de referência aponta que tristeza, ansiedade e culpa podem ocorrer após uma perda e que o apoio emocional pode ajudar a atravessar esse período.
Foto de capa: Goleisureintl/Wikimedia Commons (CC BY 4.0)

