Ação obrigatória alcançou 187 propriedades rurais em um raio de seis quilômetros das fazendas com casos confirmados.
Seis animais morreram após casos de raiva confirmados em duas propriedades rurais do sudeste de Mato Grosso: um cavalo em Dom Aquino e cinco bovinos em Rondonópolis. O Instituto de Defesa Agropecuária de Mato Grosso (Indea) informou que realizou a vacinação obrigatória dos rebanhos mantidos no entorno das áreas afetadas.
A medida foi concluída em propriedades situadas em um raio de seis quilômetros das fazendas onde ocorreram as mortes. Segundo o Indea, a vacinação busca conter a circulação do vírus e evitar novos registros nos rebanhos da região.
Casos foram confirmados por exames
Os focos foram identificados depois da morte dos animais. As amostras recolhidas foram analisadas e confirmaram a presença do vírus da raiva, informou o instituto.
O Indea não divulgou as datas em que os seis animais morreram. Também não informou se existem outros casos sob suspeita em Dom Aquino ou Rondonópolis.
Vacinação alcançou 187 propriedades
A vacinação determinada pelo órgão incluiu todas as criações existentes no perímetro definido em torno das propriedades com confirmação da doença. Foram atendidas 48 fazendas em Dom Aquino e 139 em Rondonópolis, totalizando 187 propriedades.
Dados dos casos e da vacinação nas áreas afetadas.
- seis quilômetrosRaio da açãoao redor dos focos
- 48 propriedadesDom Aquinopropriedades alcançadas
- 139 propriedadesRondonópolispropriedades alcançadas
- 187 propriedadesTotal vacinadoação concluída
De acordo com o Indea, o protocolo adotado para controle da raiva prevê a vacinação dos animais no entorno dos focos e o acompanhamento das fazendas vizinhas.
Como ocorre a transmissão
A raiva compromete o sistema nervoso central de mamíferos e pode levar à morte de animais de criação e de pessoas. Conforme as informações divulgadas, a infecção não é transmitida pelo contato comum entre animais.
A principal forma de transmissão citada pelo Indea é a mordida de um animal infectado, sobretudo de morcegos hematófagos, que se alimentam de sangue de bovinos e equinos. Em locais onde o vírus está presente, a vacinação do rebanho é apontada pelo instituto como a forma de proteção.
Com informações de fatosdematogrosso.com.br.

