Pular para o conteúdo
Saúde

Projeto leva vacinação e serviços sociais a terreiro no loteamento Vila Elisa

Terreiro no loteamento Vila Elisa recebeu vacinação, testes rápidos e serviços sociais na quinta edição do projeto Ekodidé.

Lucas GodoyPorLucas Godoy Atualizado em 2 min de leitura
Projeto leva vacinação e serviços sociais a terreiro no loteamento Vila Elisa
Imagem ilustrativa
Compartilhe

Quinta edição do Ekodidé reuniu atendimentos de saúde, assistência social e cidadania nesta sexta-feira (25).

O projeto Ekodidé realizou sua quinta edição na sexta-feira, 25 de setembro, no Terreiro Unzo de Inkisse Riá Zaze Luango, no loteamento Vila Elisa. A ação levou serviços gratuitos de saúde, assistência social e cidadania à comunidade.

Organizada pela Coordenação de Promoção da Igualdade Racial, vinculada à Secretaria de Assistência Social, Habitação Social e Direitos Humanos, a iniciativa ocorre em terreiros de matriz africana. Segundo a coordenação, a proposta é ampliar o acesso a serviços públicos nesses espaços e enfrentar o preconceito.

Serviços oferecidos

Na área social, a programação incluiu cadastro e atualização de famílias no Cadastro Único, orientações sobre benefícios e emissão da ID Jovem. Os atendimentos de saúde abrangeram:

  • Vacinação.
  • Testagem rápida.
  • Avaliação nutricional e pesagem.
  • Aferição de pressão arterial e glicemia.

Os serviços foram oferecidos dentro do terreiro, sem cobrança. A fonte não informa quantas pessoas foram atendidas nem anuncia uma nova data para a ação no loteamento.

Presença do poder público

A liderança do terreiro, Marizete de Almeida Santos, conhecida como Mãe Marizete, disse que a atividade ajudou a comunidade a conhecer o trabalho realizado pela casa. Para ela, abrir o espaço a esse tipo de atendimento também contribui para combater visões negativas sobre os terreiros.

O secretário Michael Farias participou da edição e defendeu a presença dos serviços públicos em espaços religiosos, além do respeito à liberdade de crença. Já o coordenador Ricardo Alves de Oliveira afirmou que levar instituições a territórios de religiões de matriz africana é uma forma de enfrentar o racismo institucional.

Como funciona o projeto

O Ekodidé tem formato itinerante, com edições realizadas em terreiros de matriz africana. De acordo com a coordenação, a iniciativa trata esses locais como espaços de acolhimento e organização comunitária, ao mesmo tempo que busca ampliar o acesso da população a direitos.

Mais em Saúde

Compartilhe
Próxima leituraCruzeiro do Sul lidera ranking de qualidade da saúde entre cidades do Acre2 min de leitura

Mapa do site