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Saúde

Presidente de Portugal volta a defender pacto de longo prazo para a saúde

António José Seguro voltou a defender um pacto de longo prazo para fortalecer o Serviço Nacional de Saúde de Portugal.

Lucas GodoyPorLucas Godoy 2 min de leitura
António José Seguro
Foto: Lula Oficial/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
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António José Seguro pediu um Serviço Nacional de Saúde mais forte, com acesso oportuno e maior estabilidade nas políticas públicas.

O presidente de Portugal, António José Seguro, reafirmou nesta sexta-feira, 25 de setembro, que está disponível para estimular um pacto de longo prazo para a saúde. A declaração foi feita no Fórum Internacional de Saúde de Cascais, realizado no Centro de Congressos do Estoril, no distrito de Lisboa.

Segundo Seguro, um acordo amplo é necessário para fortalecer o Serviço Nacional de Saúde português (SNS) e assegurar que a população tenha acesso aos cuidados no momento adequado. O presidente afirmou que o sistema enfrenta listas de espera, urgências pressionadas e falta de médicos de família.

Pacto foi lançado no início do mandato

O chefe de Estado disse que lançou a proposta de pacto no começo de seu mandato e que o entendimento deve concentrar as energias de forças políticas, parceiros sociais e sociedade civil. Em abril, Seguro indicou o médico e ex-ministro Adalberto Campos Fernandes para coordenar a elaboração do documento.

A fonte afirma que não há informação sobre o estágio atual desse processo. Campos Fernandes preside o Fórum Internacional de Saúde de Cascais, onde Seguro fez o discurso.

Prioridades para o sistema de saúde

Para o presidente, o SNS precisa ser mais forte e resistente. Entre as medidas citadas por ele estão a valorização das carreiras e a fixação de profissionais nas regiões onde são mais necessários.

Seguro também defendeu melhores condições para que os jovens construam o futuro em Portugal. Na avaliação dele, a sustentabilidade do serviço público não depende apenas de reduzir gastos, mas de planejar, avaliar, gerir bem os recursos e manter estabilidade nas decisões.

Clima e crises sanitárias

No encerramento da fala, Seguro alertou para os efeitos das mudanças climáticas sobre a saúde e para os desafios impostos por crises sanitárias. Ele defendeu cooperação internacional e políticas públicas que preservem recursos mínimos de autonomia.

O presidente avaliou que reformas de maior alcance exigem continuidade e não devem ficar condicionadas a ciclos políticos curtos.

Foto de capa: Lula Oficial/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)

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