Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
Saúde
Por Lucas Godoy · 25 de setembro de 2026
Foto: Rafa Neddermeyer/Agência Brasil
O Ministério da Saúde pediu que a Conitec avalie canetas de GLP-1 para tratar pacientes com obesidade na rede pública.
A Conitec ainda fará uma análise técnica. Depois, haverá consulta pública antes da decisão sobre a incorporação.
Foto: Palácio do Planalto from Brasilia, Brasil/Wikimedia Commons (CC BY-SA 2.0)
A eventual inclusão priorizaria casos em que controlar a obesidade possa reduzir complicações ou evitar procedimentos mais complexos.
25,7%
A taxa no Brasil passou de 11,8% em 2006 para 25,7% em 2024, segundo o Ministério da Saúde.
70%
Segundo o ministério, a concorrência reduziu em 70% o custo desses produtos no Brasil em menos de um ano.
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A comissão citou o alto impacto financeiro. O ministério afirma que as condições mudaram desde então.
25
Há 25 canetas emagrecedoras registradas no país; 14 receberam registro em 2026, segundo o governo.
R$ 300 a R$ 400
Alexandre Padilha mencionou produtos que custavam de R$ 1,7 mil a R$ 2 mil e agora saem por esse valor nas farmácias.
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A pasta mencionou a orientação da Organização Mundial da Saúde sobre terapias com GLP-1 para tratamento de longo prazo da obesidade.
A Conitec reunirá contribuições em relatórios técnicos e emitirá uma recomendação.
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