Foto: Trustable/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Saúde
Por Lucas Godoy · 25 de setembro de 2026
158 por 100 mil
Estudo com dados do SUS, apresentado em Balneário Camboriú, aponta alta de 30 para 158 por 100 mil habitantes entre 2012 e 2025.
12,34 casos
Os novos diagnósticos passaram de 9,35 para 12,34 casos por 100 mil habitantes entre 2012 e 2025.
Foto: Trustable/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
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Abel Quaresma e Paulo Kotze conduziram o levantamento, com pesquisadores brasileiros e da Universidade de Calgary, no Canadá.
Na doença de Crohn e na retocolite ulcerativa, o sistema imunológico ataca células e tecidos do próprio corpo, causando inflamação crônica.
Há relação genética, mas ela não aparece em todos os pacientes. Mudanças nos hábitos alimentares e poluição também podem estar envolvidas.
264 por 100 mil
A pesquisa prevê 22,7 novos casos por 100 mil habitantes. Se a projeção se confirmar, o total de pessoas afetadas será 67% maior que em 2025.
Quaresma citou conservantes, corantes e espessantes presentes nesses alimentos como aditivos que podem contribuir para as doenças.
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Não há cura para Crohn e retocolite ulcerativa. O tratamento controla a inflamação e os sintomas; muitos pacientes precisam de acompanhamento por décadas.
R$ 500 mil/ano
Segundo o pesquisador, o gasto anual com medicamentos pode chegar a esse valor por paciente.
A expectativa do congresso é que as doenças inflamatórias intestinais sejam um problema de saúde pública no Brasil a partir de 2040.
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