Foto: SamirNosteb/Wikimedia Commons (CC BY 3.0)
Saúde
Por Lucas Godoy · 25 de setembro de 2026
A doença de Huntington é rara, hereditária e causa degeneração progressiva dos neurônios. Pode afetar movimentos, cognição, comportamento e emoções.
Foto: SamirNosteb/Wikimedia Commons (CC BY 3.0)
Uma repetição excessiva no gene HTT produz uma proteína huntingtina anormalmente longa, que se acumula no cérebro.
Também pode começar na infância ou na adolescência. Quando isso ocorre, recebe o nome de doença de Huntington juvenil.
O teste mede as repetições no gene HTT e considera o histórico familiar. A ressonância pode mostrar atrofia cerebral em quem tem sintomas.
Fabiani diz que até 33 ou 34 repetições não desenvolvem sintomas. De 35 a 39, a faixa é intermediária; mais de 40 está associado à doença.
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50%
Uma pessoa com a alteração genética tem essa chance de transmiti-la a cada filho, segundo Fabiani.
Ainda não há tratamento que interrompa ou reverta a progressão. Medicamentos são definidos para cada caso e buscam preservar a autonomia.
O cuidado pode incluir fisioterapia, terapia ocupacional, fonoaudiologia e apoio psicológico. A ABH destaca o suporte emocional a pacientes, famílias e cuidadores.
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Mães e pais podem transmitir a alteração. O planejamento pode incluir aconselhamento e testes.