Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Saúde
Por Lucas Godoy · 25 de setembro de 2026
Foto: U.S. Department of State from United States/Wikimedia Commons (domínio público)
O secretário-executivo da Saúde, Adriano Massuda, apresentou na ONU, em Nova York, a política do SUS de tratamento gratuito do HIV, em 24 de setembro.
A apresentação ocorreu na Semana de Alto Nível da 81ª Assembleia Geral da ONU, em evento promovido pelo Unaids.
Foto: Ajay Kumar Chaurasiya/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Massuda defendeu ampliar o acesso à prevenção, aos testes e aos medicamentos, com participação da sociedade e cooperação entre países.
Foto: U.S. Department of State from United States/Wikimedia Commons (domínio público)
A resposta brasileira ao HIV começou em meados dos anos 1980, durante a redemocratização.
Massuda afirmou que o Brasil foi pioneiro no tratamento gratuito do HIV. Manter a política depende de escolhas contínuas na saúde pública.
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado/Wikimedia Commons (CC BY 2.0)
Foto: Ajay Kumar Chaurasiya/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Ele defendeu que os países possam negociar preços, transferência de tecnologia e parcerias para sustentar prevenção, diagnóstico e tratamento.
Massuda citou serviços adaptados a jovens, pessoas idosas e migrantes. Também apontou os efeitos das mudanças climáticas nas ações de saúde.
A iniciativa reúne o Ministério da Saúde e outros dez ministérios para eliminar doenças e infecções associadas a fatores sociais.
A agenda em Nova York começou no dia 23 e segue até 25 de setembro, com debates sobre HIV, pandemias, menopausa e doenças raras.
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