Foto: my friend/Wikimedia Commons (CC BY 2.5)
Alimentação
Por Lucas Godoy · 25 de setembro de 2026
A reportagem de 25 de setembro de 2026 reúne orientações de Cintya Bassi, do São Cristóvão Saúde, sobre uso e conservação do azeite.
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Foto de arquivo: O autor não foi fornecido de forma legível por computadores. Presume-se que seja Gveret Te/Wikimedia Commons (CC BY 2.5)
O ácido oleico é o principal ácido graxo do azeite e está associado a um perfil de gordura favorável em uma alimentação equilibrada.
Eles estão presentes nos azeites virgens e extravirgens produzidos exclusivamente por processos mecânicos e são investigados por propriedades antioxidantes.
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Amargor e picância podem ter relação com compostos fenólicos, mas não bastam para avaliar a qualidade. Um certo amargor pode ser natural.
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A tonalidade do azeite muda conforme fatores como a variedade e o estágio de maturação da azeitona.
Extravirgem indica características próprias de qualidade e composição. Outros tipos também podem ser usados, conforme a receita e a preferência.
Cintya Bassi diz que o azeite serve para refogados, assados e grelhados. Não deve atingir temperatura que produza fumaça excessiva.
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2,7 milhões
Meta-análise de 2024 reuniu 30 estudos e associou maior consumo de azeite a menor risco cardiovascular e mortalidade.
Luz, calor, oxigênio e o tempo podem acelerar a deterioração. Depois de aberto, mantenha o azeite fechado e protegido da luz e do calor.
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