Foto: King of Hearts/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Neurociência
Por Lucas Godoy · 25 de setembro de 2026
Foto: King of Hearts/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
Pesquisa de Stanford publicada na Nature Neuroscience identificou duas origens celulares em regiões do cérebro durante o desenvolvimento de embriões de camundongos.
Células que expressavam esse gene formariam o prosencéfalo e o mesencéfalo, ligados à linguagem, à consciência e ao raciocínio abstrato.
Foto de arquivo: Ian P Newton/Wikimedia Commons (CC BY-SA 4.0)
Células que expressavam esse gene dariam origem ao rombencéfalo, ligado a funções automáticas como respiração, sono e batimentos cardíacos.
A equipe observou que os dois grupos de células permaneciam separados desde as primeiras fases do desenvolvimento embrionário.
Essa estrutura influencia quais genes ficam acessíveis às células e ajuda a definir o destino de cada população.
Foto: King of Hearts/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)
As partes anterior, média e posterior se unem em um órgão. A pesquisa não indica que o organismo desenvolva dois cérebros.
Em humanos, camundongos e outros animais, as regiões se desenvolvem lado a lado. A hipótese de integração de dois sistemas nervosos pode mudar.
O modelo pode facilitar a produção de neurônios do cérebro posterior para estudar atrofia muscular espinhal e esclerose lateral amiotrófica.
Ainda não se sabe quando as regiões se unem em um cérebro. O grupo também pretende investigar como se forma a medula espinhal.
Foto: King of Hearts/Wikimedia Commons (CC BY-SA 3.0)